Terça-feira, Novembro 29, 2005




RCEEITA PRAA ELNOUQEUECR!



Imagem


É bem fcáil...

Não rqeqeur peraitca e nem hbaiiladde.

Cnoivde alugams aimgas, ítnimas ou não e arba a sua casa.

Faça um bzaar...bem lgeal.

Cahme oturas tnantas, aifnal vcoê pericsa de cnousimodres!

Cnoivde uams qiuhnentas mluhres, mil é mlehor.

Que dleicia! A fseta etsá pornta!

E vcoê cmolpeatnemte enoluqeuicda!

Ou qause. Vaoms augardar.

Biejos miutos

PS. Cnortatem a Aodarvél praa fzaer o ciaxa!!

Dpeois de qaurto dais, vem o aecrto de cnotas. Ah! Etsa é a mlehor prate!

O scuesso é graarnitdo!

Eu aessugro.

Orbgiada a tdoos. Aom vcoes!


Segunda-feira, Novembro 21, 2005



CARTA DE UMA AMIGA

"Sentado quietamente,
Nada fazendo,
Sem precipitações
A grama cresce por si"
:: Zenrin Kushû ::



Fazenda da Raia

A Mãe Terra que nos provê, que nos colhe e alenta...
Sim...
Pés no chão, me fortaleço.
O mundo explode lá fora?
Sim...
Pode ser, desta vez olho de longe...
Eu também já explodi um dia e ninguém parou para consertar, e tudo calmamente voltou ao seu lugar. Aos poucos aprendi explodir... não mais em dores, mais cores e amores.
AH! Essas explosões, como valem à pena!!...
Acordo e sinto que cada tufo de grama dá o seu recado...
Para melhor entender, tu esticas o corpo um pouco para a tua direita e então levas a mão ao ouvido.Ouças o recado do vento, leias as cores... todas elas e a mensagens das folhas...

É como ler as mãos...
Vais atrás das vertentes de vida, e quando vês, estás lendo a própria vida. Esqueces que existem todas as feridas porque o simples te recompõe, te estabiliza, te equilibra, te reenergiza.
Aqui espreguiço na rede. Leio Cora Coralina e me jogo lânguidamente no espaço. Me perco e me acho nos ventres delas, mãe das letras, mãe da Terra...
Meu pensamente voa livre, solto feito passarinho. O mundo pode explodir lá fora sim, estou mais é pra ficar no ninho.
Pintam-se aquarelas na minha alma, escorre o escuro terra adentro, campo afora. Mais uma vez ela que me socorre. Bendita mãe que bota flores na minha alma, força nas minhas vértebras, impulsiona o sangue das minhas veias, e me faz pulsar!!!
Pulso. Vivo. Sorrio. Pois sei... que o mundo pode explodir lá fora.
Ele não vai acabar. Eu sim.

Um beijo colorido na palma de vossas mãos...

:: BUGRA ::


Atendendo a pedidos, o horário para o dia 25/11 foi mudado para as 14 horas e o Bazar se estenderá até o dia 26/11, à partir das 11 horas.
Maiores informações, mande-me um e-mail para cronicasmonica@hotmail.com


P.S.:Não gostaria de parecer pretensiosa e chamar minha casa de deliciosa e aconchegante. Uma amiga confeccionou o convite. Porém, quero que saibam que estarei todo o tempo aqui, e minha "pessoinha" sim... é acolhedora. Venham conferir!


Segunda-feira, Novembro 07, 2005




AOS POETAS


Wyndham Lewis - "T. S. Eliot" -
Tate Gallery

Poetry may make us from time to time a little more aware of the deeper, unnamed feelings which form the substratum of our being, to which we rarely penetrate; for our lives are mostly a constant evasion of ourselves.
T. S. Eliot


A poesia pode, de tempos em tempos, nos tornar mais cientes da profundidade de sentimentos inomináveis; sentimentos estes, que são as bases do nosso ser, mas onde nunca penetramos. Por que nossas vidas são, invariavelmente, um subterfúgio de nós mesmos.
Mônica



Terça-feira, Novembro 01, 2005



LA BEAUTÈ
Charles Baudelaire


Imagem



Je suis belle, ô mortels! Comme un rêve de pierre,

Et mon sein, où chaque un s'est meutri tour à tour,

Est fait pour inspirer au poete un amour

Éternel et muet que la matière.

Je trône dans l'azur comme un sphinx incompris:

J'unis un coeur de niege à la blancheur des cygnes;

Je hais le mouvement qui déplace les lignes,

Et jamais je ne pleure et jamais je ne ris.



A Beleza
Ivan Junqueira


Eu sou bela, ó mortais! como um sonho de pedra,

E meu seio, onde todos vêm buscar a dor,

É feito para o poeta inspirar esse amor

Mudo e eterno que no ermo da matéria medra.

No azul, qual uma esfinge, eu reino indecifrada;

Conjugo o alvor do cisne a um coração de neve;

Odeio o movimento e a linha que o descreve,

E nunca choro nem jamais sorrio a nada.


PS.: Obrigada, Carla, por me aproximar de Baudelaire novamente. Beijos, querida.


.
. .
Você é o visitante


on-line




Arquivos





CERTIFICADO CRONICAS MONICA








Blogs

A Barca Do Arquimimo
A Criatura E A Moça
A Estante Mágica De Ana
Afrodite Sem Olimpo
Allons, enfants!
Bailar das Letras
Bailar das Letras II
Banana & Etc
Basilides
߈ÅMÅÑÎÅ
Café d'Avó
Caneca & Cia
Casa de Contos
Cohen News
Confiteor
Corra Alcira, Corra
Deu Nisso
Diversão e Artes
Em Busca Da Felicidade...
Engolimos A Bolinha Do Mouse
Entre Outras Mil
Erga Omnes
Felicity Craft
Garimpando Beleza
Horizonte Geométrico
Interlóquio
Koisas do Piru
Leilaeme
Lixo Tipo Especial
Língua de Mariposa
Mafalda Crescida
Maré
Milton Ribeiro
Não Discuto
Natural
No Limite Da Razão
Notas do Velho Safado
Novesfora
O Blog da Gisa
O Pastim
O Sorriso do Gato de Alice
Palavra & Tal
Pedra Brasileira
Pensar Enlouquece. Pense Nisto
Plastic Guy
Polly
Post Scriptum
Quando, Onde e Como
(Re)Aprendendo a Caminhar
Retalhos D'Alma
Rosa Choque
Sala do Surto
Senso Incomum
Sesmarias
Síndico
Sombra no Clarão do Parque
Stormy Angel
Sub Rosa
Teoria do Conceito
Todos os Sentidos
Umbigo do Sonho
Um Novo Bater de Asas
Vadiando
Vale do Amor
Vida de Malandro
Wumanity
Zadig







Blogger Brasil



design de
Rossana Fischer